to think

Quarta-feira, 22,Outubro, 2008

“Se as pessoas foram feitas para serem amadas e as coisas para serem usadas, então porque amamos as coisas e usamos as pessoas?”

Bob Marley


Exibição do filme – Um pouco de tanta verdade

Domingo, 28,Outubro, 2007

A FaE vai ao cinema

“Um pouco de tanta verdade”
(Jill Freidberg, EUA, 2007)

Dia: 30/10 (terça-feira)
às 08:00h, 14:00h e 19:00h

Local: Auditório Neidson Rodrigues

Sessão comentada

Promoção: Telas dos Femininos, Gestrado, PRODOC, Pós-Graduação
(Disciplina: Organização do Trabalho Pedagógico e das Práticas Escolares)

*Dica : Brenda 



Ética da reciprocidade

Segunda-feira, 8,Outubro, 2007

(Regra de ouro)

Origem: Wikipédia

A ética da reciprocidade é um princípio moral geral, que se encontra em praticamente todas as religiões e culturas, frequentemente como regra fundamental. Este facto sugere que pode estar relacionada com aspectos inatos de natureza humana.

Na maioria das formulações toma uma forma passiva, como a que é expressada no Judaísmo: “O que é odioso para ti, não o faças ao próximo”. Na cultura ocidental, no entanto, a fórmula mais conhecida é a que foi formulada por Jesus, no Sermão da Montanha: “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles” (Mt. 7, 12). Esta regra tradicional é também apelidada de regra de ouro.

No Zoroastrismo

Aquela natureza só é boa quando não faz ao outro aquilo que não é bom para ela própria – Dadistan-i-Dinik 94:5

No Budismo

Não atormentes o próximo com o que te afligeUdana-Varga 5:18

No Hinduísmo

Esta é a suma do dever: não faças aos outros aquilo que se a ti for feito, te causará dorMahabharata (5:15:17)


Cansei!!!

Sexta-Feira, 27,Julho, 2007

Chega à midia o Movimento Cívico Pelo Direitos dos Brasileiros…

silencio

Vamos ver no que dá! Acho que se cada um fizer sua parte, tudo é válido!

Fonte: http://blog.cansei.com.br/


Os 33 Nomes de Deus

Quarta-feira, 25,Julho, 2007

” De vez em quando perguntam-me se acredito em Deus. Mas é claro. Acredito mais que a maioria das pessoas. Tenho até trinta e três nomes para ele. Esses nomes foi a Margueritte Yourcenar que me contou. Ela foi uma escritora maravilhosa, autora do livro Memórias de Adriano, quem lê nunca mais esquece, quer ler de novo. Pois esses são os trinta e três nomes de Deus que ela me ensinou. É só falar o nome, ver na imaginação o que o nome diz, para que a alma se encha de uma alegria que só pode ser um pedaço de Deus… Mas é preciso ler bem devagarinho…

1. Mar da manhã.
2. Barulho da fonte nos rochedos sobre as paredes de pedra.
3. Vento do mar de noite, numa ilha…
4. Abelha.
5. Vôo triangular dos cisnes.
6. Cordeirinho recém-nascido….
7. Mugido doce da vaca, mugido selvagem do touro.
8. Mugido paciente do boi.
9. Fogo vermelho no fogão.
10. Capim.
11. Perfume do capim.
12. Passarinho no céu.
13. Terra boa…
14. Garça que esperou toda a noite, meio gelada, e que vai matar sua fome no nascer do sol.
15. Peixinho que agoniza no papo da garça.
16. Mão que entra em contato com as coisas.
17. A pele, toda a superfície do corpo
18. O olhar e tudo o que ele olha.
19. As nove portas da percepção.
20. O torso humano.
21. O som de uma viola e de uma flauta indígena.
22. Um gole de uma bebida fria ou quente.
23. Pão.
24. As flores que saem da terra na primavera.
25. Sono na cama.
26. Um cego que canta e uma criança enferma.
27. Cavalo correndo livre.
28. A cadela e os cãezinhos.
29. Sol nascente sobre um lago gelado.
30. O relâmpago silencioso.
31. O trovão que estronda.
32. O silêncio entre dois amigos.
33. A voz que vem do leste, entra pela orelha direita e
ensina uma canção…”

Rubem Alves


o vendedor de palavras

Segunda-feira, 23,Julho, 2007


por FÁBIO REYNOL

Ouviu dizer que o Brasil sofria de uma grave falta de palavras. Em um programa de TV, viu uma escritora lamentando que não se liam livros nesta terra, por isso as palavras estavam em falta na praça. O mal tinha até nome de batismo, como qualquer doença grande, “indigência lexical”. Comerciante de tino que era, não perdeu tempo em ter uma idéia fantástica. Pegou dicionário, mesa e cartolina e saiu ao mercado cavar espaço entre os camelôs.

Entre uma banca de relógios e outra de lingerie instalou a sua: uma mesa, o dicionário e a cartolina na qual se lia: “Histriônico – apenas R$ 0,50!”.

Demorou quase quatro horas para que o primeiro de mais de cinqüenta curiosos parasse e perguntasse.

- O que o senhor está vendendo?

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300 picaretas (e aumentando…)

Sexta-Feira, 29,Junho, 2007

Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
São trezentos picaretas com anel de doutor

Eles ficaram ofendidos com a afirmação
Que reflete na verdade o sentimento da nação
É lobby, é conchavo, é propina e jeton
Variações do mesmo tema sem sair do tom
Brasília é uma ilha, eu falo porque eu sei
Uma cidade que fabrica sua própria lei
Aonde se vive mais ou menos como na Disneylândia
Se essa palhaçada fosse na Cinelândia
Ia juntar muita gente pra pegar na saída

300 Picaretas

H. Vianna(2005)

Nessa época, ainda nos achávamos eramos capazes de afirmar que o Pêtê era um dos raros partidos com identidade e filosofia partidária que defendiam a ética, o caráter e os valores morais básicos que um político deve ter a capacidade de sustentar.

Na verdade a música foi escrita em circunstâncias diferentess das de hoje, quando o Sr. Molusco e sua trupe eram oposição, e apregoavam (demagogicamente, como ao final o tempo mostrou) a idéia de ética e honestidade na política nacional.

Mas como todo bom roteiro tem seu momento dramático, hoje vivemos um momento obscuro, onde não se vislumbra a existência de um movimento que agregue com legitimidade esses valores, então ficamos cheios de vontade de fazer alguma coisa pra que a situação melhore, mas sem força… no cada um por si, ou como diz o H. Gessinger “somos um exército de um homen só”…